Sem cortes externos
O procedimento é realizado por via endoscópica, através do canal urinário.
Técnica endoscópica que utiliza energia a laser para remover o tecido prostático responsável pela obstrução urinária, sem cortes externos.

Precisão endoscópica no tratamento da obstrução prostática.
A hiperplasia prostática benigna pode comprimir o canal urinário e dificultar o esvaziamento da bexiga.
No HoLEP, a porção interna aumentada da próstata é separada da cápsula prostática utilizando energia a laser.
Após a enucleação, o tecido é fragmentado dentro da bexiga, removido e encaminhado para análise anatomopatológica.
A indicação depende dos sintomas, do volume da próstata, da resposta aos medicamentos, do funcionamento da bexiga e das condições clínicas do paciente.
A cirurgia busca melhorar o fluxo urinário e reduzir as consequências da obstrução causada pelo crescimento benigno da próstata.
Melhora do fluxo urinário
Redução do resíduo de urina na bexiga
Tratamento da obstrução prostática
Prevenção de complicações em casos selecionados
Neste vídeo, explico os principais conceitos do HoLEP e como a técnica é utilizada no tratamento da hiperplasia prostática benigna.
O conteúdo apresenta de forma clara como o laser é utilizado para remover o tecido que causa a obstrução urinária.
A indicação do procedimento depende sempre de uma avaliação urológica completa e individualizada.
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O vídeo pode ser assistido diretamente nesta página ou aberto no perfil profissional.
A presença de sintomas não significa automaticamente que a cirurgia seja necessária. A decisão depende da avaliação clínica e dos exames.
Dificuldade para iniciar a micção
Jato urinário fraco ou interrompido
Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga
Retenção urinária ou necessidade de sonda
Infecções urinárias relacionadas à obstrução
Sangramento prostático recorrente
Pedras na bexiga associadas à obstrução
Falha ou resposta insuficiente ao tratamento medicamentoso
O procedimento é realizado por via endoscópica, através do canal urinário.
A técnica pode ser considerada inclusive em próstatas volumosas, após avaliação individualizada.
O tecido prostático que comprime o canal urinário é separado e removido.
O material retirado durante a cirurgia é encaminhado para exame anatomopatológico.
O planejamento é individualizado e considera os sintomas, os exames e as características clínicas de cada paciente.
Análise dos sintomas, exames laboratoriais, volume prostático, condições clínicas e funcionamento da bexiga.
O equipamento é introduzido pela uretra, sem necessidade de incisão na pele.
A porção interna aumentada da próstata é separada da cápsula prostática com energia a laser.
O tecido enucleado é fragmentado dentro da bexiga e retirado para análise anatomopatológica.
Após o procedimento, o paciente permanece com sonda urinária pelo período definido conforme a evolução clínica.
A recuperação varia conforme o volume prostático, as condições clínicas e a evolução após a cirurgia.
O tempo de internação depende da evolução após o procedimento e das condições clínicas do paciente.
A sonda é retirada após avaliação da urina, do sangramento e da recuperação inicial.
A retomada das atividades ocorre progressivamente, respeitando as orientações pós-operatórias.
O seguimento permite avaliar o fluxo urinário, os sintomas e o resultado anatomopatológico.
Uso de medicamentos, hidratação, esforço físico, atividade sexual, retorno ao trabalho e sinais de alerta devem seguir as orientações fornecidas para cada paciente.
As respostas abaixo são gerais e não substituem uma avaliação urológica individualizada.
O HoLEP pode ser considerado para próstatas de diferentes volumes. A indicação depende dos sintomas, dos exames, da anatomia prostática, do funcionamento da bexiga e das condições clínicas do paciente.
Não há corte externo. O acesso é feito pela uretra com instrumentos endoscópicos.
Sim. O tecido removido durante o procedimento é encaminhado para exame anatomopatológico.
O HoLEP é utilizado principalmente para tratar a obstrução causada pela hiperplasia prostática benigna. A investigação de câncer de próstata segue critérios próprios e pode exigir exames complementares.
Muitos pacientes percebem melhora do fluxo urinário após a retirada da sonda. Ardência, urgência e aumento da frequência urinária podem ocorrer temporariamente durante a recuperação.
Não. A decisão considera a intensidade dos sintomas, complicações, resposta aos medicamentos, exames e impacto na qualidade de vida.
Entenda quais sintomas e complicações podem indicar necessidade de avaliação.
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