Câncer de próstata
Investigação de alterações do PSA, avaliação por exames de imagem, biópsia, estadiamento e definição individualizada do tratamento.
Investigação e tratamento dos tumores da próstata, rim, bexiga, testículo e outros órgãos do sistema urinário.

Planejamento individualizado em cada etapa do cuidado.
A Uro-oncologia reúne investigação, diagnóstico, tratamento cirúrgico e acompanhamento dos principais tumores do sistema urinário e genital masculino.
Cada tumor possui características próprias e pode exigir exames, tratamentos e formas de acompanhamento diferentes.
A definição da estratégia considera o órgão envolvido, o estágio da doença, o resultado anatomopatológico e as condições clínicas do paciente.
Em alguns casos, o cuidado pode envolver cirurgia, vigilância, oncologia clínica, radioterapia e outras especialidades.
As características da doença e as condições individuais influenciam diretamente a escolha da estratégia.
Tipo e localização do tumor
Estágio da doença
Características anatomopatológicas
Idade e condições clínicas
Função do órgão envolvido
Benefícios e possíveis efeitos de cada tratamento
A investigação e o tratamento são definidos de acordo com o órgão envolvido e as características de cada doença.
Investigação de alterações do PSA, avaliação por exames de imagem, biópsia, estadiamento e definição individualizada do tratamento.
Avaliação de massas renais identificadas em exames e planejamento de acompanhamento ou tratamento cirúrgico.
Investigação de sangue na urina, alterações em exames de imagem e lesões identificadas na bexiga.
Avaliação de nódulos, aumento testicular e outras alterações que possam exigir investigação especializada.
Esses sinais não confirmam a presença de câncer, mas podem justificar investigação urológica.
Sangue visível na urina
Alteração persistente do PSA
Nódulo ou aumento do volume testicular
Massa renal identificada em exame de imagem
Perda de peso sem explicação
Dor persistente ou sintomas urinários associados a alterações em exames
Os exames necessários variam de acordo com o órgão investigado e os resultados encontrados em cada etapa.
Análise dos sintomas, histórico pessoal e familiar, exame físico, condições clínicas e resultados de exames anteriores.
Solicitação e interpretação de exames de acordo com o órgão investigado e a suspeita diagnóstica.
Ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética ou outros métodos podem ser utilizados conforme cada situação.
Em casos selecionados, pode ser necessária biópsia, ressecção endoscópica ou outro procedimento para análise anatomopatológica.
Quando há confirmação de câncer, são avaliadas a extensão da doença e as características que influenciam o tratamento.
Nem todos os pacientes precisam do mesmo tratamento. A estratégia pode variar conforme o estágio e o comportamento da doença.
Algumas alterações podem ser acompanhadas com consultas, exames laboratoriais e métodos de imagem.
A cirurgia pode envolver retirada do tumor, retirada parcial de um órgão ou cirurgia oncológica mais ampla.
Pode ser utilizada em procedimentos selecionados da próstata, rim e bexiga, conforme a indicação.
Radioterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapias sistêmicas podem fazer parte do cuidado multidisciplinar.
A plataforma robótica pode ser utilizada em cirurgias da próstata, rim e bexiga, conforme o diagnóstico, a anatomia e o planejamento do tratamento.
Prostatectomia radical
Cirurgia renal com preservação do rim
Cirurgias reconstrutivas
Procedimentos oncológicos selecionados
A escolha da técnica cirúrgica deve considerar o controle da doença, a preservação funcional e a segurança do procedimento.
A cirurgia robótica não é indicada automaticamente para todos os casos. A escolha depende da avaliação médica individualizada.
Cada etapa é organizada de acordo com o tipo de tumor e as necessidades individuais do paciente.
Organização dos exames necessários para definir o tipo de tumor e suas principais características.
O estadiamento ajuda a identificar se a doença está localizada ou se existe comprometimento de outras regiões.
São apresentados os objetivos, os benefícios, as limitações e os possíveis efeitos de cada opção.
A estratégia é escolhida considerando as características da doença e as condições individuais do paciente.
Após o tratamento, consultas e exames são programados para acompanhar a recuperação e a resposta oncológica.
O seguimento é definido conforme o diagnóstico, o tratamento realizado e o risco de recorrência.
Após cirurgias ou biópsias, a análise do tecido fornece informações importantes para o planejamento.
Exames laboratoriais e de imagem são definidos conforme o tipo de tumor e o tratamento realizado.
Sintomas urinários, função renal, continência, sexualidade e qualidade de vida podem fazer parte do acompanhamento.
Em situações selecionadas, o acompanhamento pode envolver oncologia clínica, radioterapia e outras especialidades.
A frequência das consultas e dos exames depende do tipo de tumor, do estágio da doença e do tratamento realizado.
As respostas abaixo são gerais e não substituem uma avaliação médica individualizada.
É a área da Urologia dedicada à investigação, ao acompanhamento e ao tratamento dos tumores do sistema urinário e do sistema genital masculino.
Não. O PSA pode se alterar por diferentes motivos. O resultado deve ser analisado junto com idade, exame físico, histórico, evolução dos valores e outros exames.
Não necessariamente. A decisão depende do tamanho, das características da lesão, do crescimento, da função renal e das condições clínicas do paciente.
Pode estar relacionado a diferentes condições, incluindo infecção, cálculos e tumores. Sangue visível na urina precisa ser investigado.
Sim. Ela pode ser utilizada em procedimentos selecionados da próstata, rim e bexiga, dependendo do diagnóstico e do planejamento cirúrgico.
Depende do tipo, do estágio e do comportamento esperado da doença. Algumas situações exigem tratamento rápido, enquanto outras podem permitir investigação complementar ou acompanhamento.
Sim. O seguimento após o tratamento permite acompanhar a recuperação, os exames de controle e possíveis sinais de recorrência.
Entenda por que o PSA pode se alterar e como o resultado deve ser interpretado.
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